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Revista Colorada

Sueco contratado pelo Inter pouco atuou desde que chegou

Sob o comando do novo técnico Eduardo Baptista, Eliasson segue como opção tática, mas não é prioridade no esquema colorado.

Rodrigo Simões

Acertar inter eliasson esteve pertoCréditos: Ricardo Duarte/Internacional

Niclas Eliasson chegou ao Internacional como reforço para o segundo semestre de 2026, mas disputou poucos minutos desde então. O meia-atacante sueco-brasileiro segue como opção secundária no time gaúcho.

Desde o desembarque em Porto Alegre no fim de setembro, Eliasson participou de seis partidas — cinco pelo Brasileirão e uma na Copa do Brasil — totalizando apenas 28 minutos de campo. Os 28 minutos são poucos diante da carência de opções ofensivas do Colorado. Aos 30 anos, Eliasson poderia ser uma solução imediata para o ataque.

Minutagem que revela a situação

A distribuição dos minutos de Eliasson nas competições mostra que ele tem sido usado por poucos minutos. No Brasileirão, o atacante entrou em todas as cinco partidas, mas nunca ultrapassou 12 minutos — limite que atingiu na estreia contra o Atlético-Mg.

Nas outras rodadas, Eliasson jogou 3 minutos contra o Bahia, 5 contra o Santos, 5 diante da Chapecoense e apenas 2 no jogo com o São Paulo.

Na Copa do Brasil, Eliasson jogou apenas 1 minuto contra o Grêmio. Até agora, não marcou, não deu assistência nem criou chances. Os números indicam que a comissão técnica ainda não identificou um espaço consistente para o sueco, como titular ou substituto estratégico.

Adaptação e concorrência pesam contra o jogador

O Inter aponta como principal fator a dificuldade de Eliasson para se adaptar ao futebol praticado no Brasil. Embora seja descendente de brasileira e domine o português, o jogador nunca havia atuado no país. Essa falta de experiência faz diferença na leitura de jogo e na velocidade de decisão exigidas pelo Campeonato Brasileiro.

A concorrência na posição reduz ainda mais o espaço do jogador. Carbonero, Vitinho, Calebe e Bernabei — todos capazes de atuar pelas laterais ofensivas — têm recebido as melhores oportunidades no ataque. Sob o comando de Paulo Pezzolano, o sueco era acionado nos minutos finais das partidas.

Com Eduardo Baptista, sequer essa função secundária permaneceu: em seus dois primeiros jogos, o técnico não o utilizou nem no decorrer da partida. Para o próximo confronto, o atacante segue como opção tática, mas não é prioridade no esquema colorado.

Pontos-chave
Pontos-chave sobre Niclas Eliasson no Internacional
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Niclas Eliasson chegou ao Inter para o segundo semestre de 2026 e disputou poucos minutos desde então.
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Desde o desembarque em Porto Alegre no fim de setembro, participou de seis partidas, totalizando apenas 28 minutos.
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No Brasileirão entrou em cinco jogos, nunca ultrapassando 12 minutos; chegou a 12, 3, 5, 5 e 2 minutos nas rodadas citadas.
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Na Copa do Brasil jogou 1 minuto contra o Grêmio.
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Até agora não marcou, não deu assistência nem criou chances, indicando pouca utilização tática.
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Dificuldade de adaptação ao futebol brasileiro e concorrência por vagas ofensivas reduzem seu espaço na equipe.


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