Vitinho tem presença certa nesta quinta-feira no Gre-Nal 454, na Arena, pela Copa do Brasil, mas o técnico Paulo Pezzolano ainda não revelou onde escalá-lo. Com 37 partidas na temporada, seis gols e três assistências, o atacante consolidou-se como recurso tático versátil no modelo colorado, capaz de atuar como meia, centroavante ou ala conforme a necessidade.
O que torna Vitinho indispensável para o técnico é sua disposição para sair da zona de conforto. Segundo relatos do vestiário, o atacante não se opõe quando é chamado a atuar fora de seu setor preferido: aceita tarefas defensivas e ocupa os espaços que o Inter exige em determinado momento.
O gol que o Vitinho perdeu. pic.twitter.com/ytYGPN6H17
— Últimas do Inter! (@ultimasinter) 30 de agosto de 2026
A versatilidade tática de Vitinho como recurso estratégico
Essa flexibilidade reduz a necessidade de mexer no elenco apenas para reorganizar a estrutura tática. Pezzolano consegue fazer ajustes durante os 90 minutos sem fazer substituições.
No primeiro confronto entre as equipes, disputado no Beira-Rio, Pezzolano escalou Vitinho como centroavante. A estratégia não funcionou: o atacante jogou abaixo do esperado e teve dificuldade para participar do jogo ofensivo.
Desde então, Paulo Pezzolano o tem utilizado como ala pela direita, ao lado de Bruno Gomes, para ajudar no fechamento defensivo e compor a linha de cinco marcadores acionada quando o Colorado sofre pressão.
O cálculo entre segurança e ofensiva
Quando atua mais recuado, Vitinho participa menos das ações ofensivas e fica afastado da área, onde sua movimentação é mais produtiva. Pezzolano equilibra a segurança defensiva e o potencial ofensivo conforme o desenvolvimento das partidas.
Como precisa vencer para avançar diretamente na Copa do Brasil — um novo empate leva a decisão aos pênaltis —, resta saber se o treinador manterá Vitinho pela direita ou voltará a utilizá-lo mais próximo do ataque. A presença do atacante, entretanto, é praticamente certa.



