“Assim como agora, a gente tinha jogadores que faziam a diferença”, afirma campeão da Copa do Brasil com o Inter em 1992

Foto: Divulgação / RD Grenal
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Campeão da Copa do Brasil com o Inter em 1992, o ex-zagueiro Pinga esteve nos estúdios da rádio Grenal e falou sobre a conquista do passado, também projetando os jogos do Colorado diante do Athletico-PR.

Pinga começou comentando sobre as dificuldades que o time gaúcho teve no Rio de Janeiro, no jogo fora de casa diante do Fluminense.

“A gente passou por muitas dificuldades no Rio de Janeiro. Muitas coisas que ninguém sabe. Aquecemos no meio da torcida, por exemplo. Foi sofrido, com muita pressão, mas isso nos motivou ainda mais”, disse.

“Foi um sacrifício do ônibus até o vestiário. Colocamos o fardamento agachados, pois o vestiário era embaixo da arquibancada. A estratégia do Fluminense não era jogar de igual pra igual”, completou.

Depois, fez uma comparação com a zaga da época e o atual sistema defensivo do time de Odair.

“Assim como agora, a gente tinha jogadores que faziam a diferença. A defesa também era um técnico e um de força. Foi uma zaga que marcou e podemos comparar com Moledo e Cuesta”.

“A torcida sofreu muito, aprendeu com isso e hoje coloca esse amor em cantos e gritos. Os jogadores sabem que sempre terão o apoio. Aqui no Beira-Rio, é difícil alguém jogar de igual pra igual e vencer o Inter”, finalizou Pinga.

Depois de perder a primeira partida fora de casa por 2 a 1, o Inter se recuperou e, no Beira-Rio, venceu o Fluminense por 1 a 0, levando o título da Copa do Brasil de 1992.

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