Você sabia? Após sair do Grêmio, Marcelo Moreno quase veio para o Internacional
Após o desfecho, o Inter investiu em Paolo Guerrero para preencher a lacuna no ataque.
Créditos: Diego Vara Em 2018, quando o Colorado retornava à Série A, Marcelo Moreno esteve muito perto de assinar com o Inter. O ex-centroavante boliviano, que havia defendido o Grêmio, revelou à Rádio Atlântida, no programa “Bola Nas Costas”, que as negociações avançaram, mas detalhes comerciais impediram o acordo.
Na época, Rodrigo Caetano era diretor de futebol do Colorado e buscava reforços para o ataque. Moreno estava na China quando começaram as conversas, e seu empresário veio ao Brasil para concluir as tratativas. Tudo seguia conforme o planejado até o clube asiático aumentar suas exigências financeiras.Pontos-chave
O que faltou para o acerto sair
Moreno contou à Rádio Atlântida que estava na China quando conversou com Rodrigo Caetano, então diretor de futebol do Inter, e que seu empresário veio ao Brasil. Segundo Moreno, as negociações estiveram muito perto de um acordo.
O obstáculo surgiu quando a equipe chinesa pediu uma quantia maior do que o Inter estava disposto a desembolsar. Moreno explicou que o clube chinês não o liberou porque pediu um valor acima do que o Inter aceitava pagar. Para o atacante, era o destino, não era para ser.
Moreno também disse que temia uma possível rejeição da torcida colorada por sua passagem anterior pelo Grêmio, mas afirmou nunca ter sido um jogador de criar polêmica ou ofender. Após o desfecho, o Colorado investiu em Paolo Guerrero para preencher a lacuna no elenco.
A lealdade ao Cruzeiro
Moreno construiu a carreira com forte identificação com os clubes. Sua principal ligação foi com o Cruzeiro, onde teve várias passagens. Essa ligação o levou a rejeitar uma proposta milionária do Atlético-MG.
“Faz parte de ser profissional. Obviamente que se você tem uma polêmica muito forte, mas no meu caso não existiu. Era tranquilo. Sempre tratei de cuidar isso em campo. Eu fazia o meu trabalho. Quando você vira um ídolo obviamente muda. Tipo um Renato ou um D’Alessandro. Eu tive proposta milionária para ir para o Atlético-MG na época que o Ronaldinho foi para lá. Sempre fui educado, mas falei para o presidente da época, o Kalil, que eu era Cruzeiro. Não me permito jogar lá. Eu não iria conseguir andar em Belo Horizonte”, revelou.
A decisão mostra como a identificação com os clubes influenciou as escolhas profissionais de Moreno.