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Revista Colorada

Veja o que diz Raphinha sobre um dia atuar no Internacional

Criado nas ruas da Restinga, na zona Sul de Porto Alegre, o atacante do Barcelona nunca atuou profissionalmente pelo Inter, seu time do coração desde a…

Rodrigo Simões

Pontos-chave
Atacante do Barcelona mantém sonho de jogar pelo Internacional
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Nasceu e cresceu na Restinga, zona Sul de Porto Alegre, e sempre foi torcedor do Internacional.
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Passou pela escolinha do Inter na infância, mas iniciou carreira profissional no Avaí antes de ir para a Europa.
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Reafirmou em 2025 que deseja intensamente jogar no Beira-Rio por um período no Brasil.
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Admirava ídolos do Inter como Fernandão, D’Alessandro, Rafael Sóbis, Tinga e Guiñazú e imitava o visual de Sóbis nas peladas.
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Acompanhava os jogos do Inter pela TV de um vizinho devido à situação financeira, e frequentava o estádio em visitas atuais ao Brasil.
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Mantém ligação com o clube e com D’Alessandro, agora diretor esportivo, reforçando a possibilidade de retorno ao Internacional.

Criado nas ruas da Restinga, na zona Sul de Porto Alegre, o atacante do Barcelona nunca atuou profissionalmente pelo Inter, seu time do coração desde a infância.

Mesmo tendo passado pela escolinha colorada ainda menino, sua carreira profissional começou apenas no Avaí, já nas categorias de base, antes de partir para a Europa. Porém, o desejo de um dia vestir o manto vermelho do Beira-Rio permanece vivo. Ao conversar com a jornalista Isabela Pagliari, o craque revelou que alimenta esse sonho com intensidade.

O jogador afirmou em 2025 que não tem como dizer que não possui esse sonho. Ele expressou que jogar no Brasil por um ano, seis meses ou dois anos é algo que deseja intensamente.

A identificação com o Colorado desde pequeno, Barcelona e Raphinha

A conexão com o Internacional vem de longe, e quando criança, cresceu admirando ídolos que brilharam no Beira-Rio, como Fernandão, D’Alessandro, Rafael Sóbis, Tinga e Guiñazú. Essa admiração era tão profunda que, nas peladas das ruas da Restinga, pintava o cabelo e fazia luzes para se parecer com seus heróis.

“O Sóbis me identifico principalmente pelo nome, quando eu jogava na rua falava que eu era ele, porque tinha que falar que era um jogador. Então eu pintava o cabelo, fazia luzes”, lembrou em tom de nostalgia. A situação financeira da época impedia que frequentasse o estádio com regularidade, então acompanhava os jogos pela televisão de um vizinho que tinha assinatura.

Até os 12 anos, quase toda a vizinhança onde morou era colorada, e um senhor local o convidava para acompanhar as partidas com refrigerante, pipoca e bolo.

O sonho que persiste na carreira europeia

Hoje, como um dos principais nomes do futebol mundial, o atacante reafirmou o desejo específico de atuar no Beira-Rio. A relação entre o jogador e o clube se estreita não apenas pelas declarações públicas, mas também por visitas ao estádio quando retorna ao Brasil. Com D’Alessandro agora na função de diretor esportivo, as conexões se mantêm vivas.

Aos 12 anos, quando deixou Porto Alegre rumo à Europa, levou consigo a paixão pelo Colorado. E embora tenha despontado como um dos pilares da Seleção Brasileira e conquistado espaço nos maiores clubes do continente europeu. O sonho de um dia retornar ao Brasil para atuar pelo seu clube de coração segue sendo uma realidade que ele alimenta com esperança.

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