Philippe Coutinho rescindiu contrato com o Vasco da Gama na última quarta-feira (18) e, agora livre no mercado, está apto a assinar com qualquer clube. Atualmente, o meia é avaliado em 3,5 milhões de euros (cerca de R$ 21,6 milhões).
O contraste com o auge da carreira chama atenção. Em 2018, quando defendia o Barcelona, Coutinho atingiu o maior valor de mercado de sua trajetória: 150 milhões de euros — aproximadamente R$ 675 milhões na cotação da época, montante que hoje ultrapassaria R$ 900 milhões em conversão direta.

O pedido partiu do jogador?
Sim. A iniciativa da rescisão foi do próprio atleta. A diretoria cruz-maltina foi surpreendida, especialmente porque já discutia internamente a possibilidade de ampliar o vínculo do camisa 10.
Nos últimos jogos, o meia vinha sendo alvo de críticas mais intensas por parte da torcida. Pessoas próximas relatam que ele considerou as cobranças excessivas e sentiu um desgaste no ambiente.
A decisão, porém, não tem relação com o técnico Fernando Diniz nem com problemas com a diretoria. Trata-se de uma escolha pessoal, motivada principalmente por fatores emocionais.



