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Lucas Prando: O que esperar agora?

Guerrero

Foto: Ricardo Duarte / Inter

Depois de uma boa goleada sobre o fraco Fortaleza na última quarta-feira (31), me parece que a confiança do elenco começou a ser restabelecida. Mas, como eu disse, o último adversário é fraco e limitado. Só que o diferencial da partida não foi só o bom placar, mas a atuação.

Tanto a atuação coletiva (compactação, aproximação e velocidade nos contra-ataques) como as atuações individuais (principalmente de Seijas, Nico, Aylon, Dourado e William) acendeu-se um fósforo, uma luz no fim do túnel.



Não foi somente contra o Fortaleza que houve uma apresentação razoável do elenco. Desde o jogo contra a Chapecoense, viu-se uma certa organização liderada por Celso Roth – que na verdade pecava nas escalações, deixando Nico López e Aylon na reserva. Eduardo Henrique teve alguns minutos no segundo tempo. Entrou bem também. Mostrou inteligência tática, bom passe e precisão nas roubadas de bola.



Mas e agora? O que podemos esperar? Voltarão as derrotas ou empates aos 45 do segundo tempo? Ou vamos assistir um time aguerrido e decidido a vencer desde o primeiro ao último minuto como assistimos contra o Fortaleza?

Não tenho uma bola de cristal do lado do meu computador para saber o futuro do nosso colorado, mas acredito que algumas coisas podem fundamentar o início de uma boa reação:


 1. O Seijas assumiu a liderança: É verdade, eu sou fã desse cara. Ele mal chegou e já demonstrou ao torcedor o que o torcedor mais gosta de ver – entrega, qualidade, felicidade e amor à camisa. Esse cara é líder, tem raça e eu não tenho dúvidas que um dia pode ser ídolo por aqui.



 2. Encontramos o time certo: Com Aylon e Nico no ataque, parece que temos dois ingredientes que faltavam. Uniram-se qualidade, velocidade e faro de gol – tudo o que atacantes precisam.



3. Organização tática: O Roth pode ter seus defeitos, mas ele fez o que o Falcão não fez e nem o Argel vinha fazendo. O Roth encontrou uma forma de jogar compactado, com belos escapes pelos lados, inversões de jogo, velocidade e ele sabe explorar as qualidades dos nossos meias armadores: Valdívia e Seijas.



Estes são alguns motivos que consegui pensar e chegar à conclusão de que talvez aquele fósforo aceso no fim do túnel possa ser a chama que acenda uma vela, ou uma lamparina, ou quem sabe uma fogueira. Espero realmente uma reação. Mas principalmente espero uma melhora mais do que significativa para o próximo ano – principalmente política. 


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