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Revista Colorada

Inter sofreu Transferban “diferenciado”. Entenda!

Agência brasileira exige apenas autorização prévia para registros, enquanto dois bloqueios da Fifa já impediam contratações do clube.

Rodrigo Simões

Barcellos promete honrar dívidas interCréditos: Divulgação / Internacional

O Internacional acionou a Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) da CBF para estruturar um plano de pagamento coletivo de suas dívidas. Em resposta, a Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF) impôs ao clube um bloqueio preventivo, com um transfer ban doméstico diferente dos dois que já possui pela Fifa.

O bloqueio ocorreu depois de o clube solicitar um Evento de Insolvência no início de setembro. Com o objetivo de criar um plano de parcelamento para incluir credores como clubes, agentes e jogadores. Segundo o Inter, o valor das dívidas contempladas nesse plano é de R$ 31 milhões.

Como funciona a punição do Inter

O transfer ban preventivo da ANRESF funciona de forma distinta do bloqueio completo imposto pela Fifa. Enquanto a Fifa proíbe totalmente o registro de novos atletas, a agência brasileira exige apenas autorização prévia para que o Colorado possa registrar jogadores.

O Inter permanece livre para negociar e contratar, mas cada novo atleta depende de um aval da ANRESF antes de ser oficializado.

Após a aprovação do parcelamento, o clube precisará cumprir três condições para manter o registro válido: respeitar os prazos de pagamento estabelecidos. Manter a folha salarial dentro do teto estabelecido e apresentar saldo positivo entre receitas de vendas e gastos com novas contratações. Esses requisitos garantem que o clube mantenha a sustentabilidade financeira enquanto quita suas obrigações.Pontos-chave

Pontos-chave sobre o transfer ban preventivo do Inter
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O Internacional acionou a CNRD da CBF para estruturar plano de pagamento coletivo de dívidas.
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A ANRESF impôs um bloqueio preventivo doméstico com transfer ban diferente dos dois já existentes pela Fifa.
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O clube solicitou um Evento de Insolvência no início de setembro para criar plano de parcelamento.
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O valor das dívidas incluídas no plano é de R$ 31 milhões, segundo o Inter.
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A ANRESF exige autorização prévia para registrar novos atletas, mas permite negociações e contratações.
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Após aprovação do parcelamento, o clube deve respeitar prazos de pagamento, manter a folha dentro do teto e ter saldo positivo entre vendas e gastos.

Por que o bloqueio não afeta o Inter agora

Na prática, o transfer ban preventivo da ANRESF não prejudica o clube neste momento. O Colorado já convive com dois bloqueios da Fifa por atrasos no pagamento ao zagueiro Juninho e ao lateral-esquerdo Ramon, que já impediam novos registros de atletas. O transfer ban doméstico se soma aos anteriores, mas não tem efeito adicional imediato sobre a capacidade de contratação.

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