Inter acumula eliminações precoces na Copa do Brasil e chega a 6 anos de fiascos seguidos
Ricardo Duarte / Internacional A eliminação para o Fluminense nas oitavas de final da Copa do Brasil 2025 escancarou um problema que se tornou rotineiro e constrangedor para o torcedor colorado:
A incapacidade do Internacional de competir com força no torneio nacional de mata-mata. Pelo sexto ano consecutivo, o clube se despede da competição de forma antecipada e, muitas vezes, vexatória.
Desde 2020, o Inter não consegue chegar sequer às semifinais, e acumula derrotas para adversários de diferentes níveis e em fases distintas, revelando a falta de consistência e de protagonismo no torneio:
- 2020 – Quartas de final: eliminado pelo América-MG
- 2021 – 3ª fase: eliminado pelo Vitória
- 2022 – 1ª fase: vexame contra o Globo-RN, um dos maiores da história
- 2023 – Oitavas de final: nova queda para o América-MG
- 2024 – 3ª fase: revés em casa para o Juventude
- 2025 – Oitavas de final: derrota no agregado para o Fluminense
São seis eliminações seguidas, a maioria sem sequer brigar por título ou fazer campanhas minimamente relevantes.
O mais alarmante é que em quatro dessas edições, o Inter caiu ainda antes das oitavas, reforçando a noção de fracasso precoce.
O desempenho beira o inadmissível para um clube do tamanho do Internacional, com estrutura, folha salarial alta e elenco que, em teoria, deveria figurar entre os protagonistas da competição.
A torcida, cada vez mais impaciente, cobra respostas da direção e da comissão técnica, enquanto o clube acumula cicatrizes num torneio que já venceu uma única vez, em 1992.
A sequência negativa só reforça a urgência de reavaliações profundas no planejamento esportivo do Colorado.
O Inter mais uma vez dá adeus cedo demais à Copa do Brasil — e já não é novidade. É rotina.