A permanência de Paulo Pezzolano no comando do Internacional corre risco depois da eliminação na Copa do Brasil e da entrada do time na zona de rebaixamento do Brasileirão. O treinador uruguaio venceu só uma partida nas últimas 13 e, por isso, sente o peso maior da cobrança interna, com a diretoria já discutindo possíveis nomes para o cargo até o fim do ano.
Neste domingo, o Inter recebe o Santos no Beira-Rio, às 16h, em uma partida que pode definir os rumos do comando técnico caso o resultado seja negativo. Um novo revés pode abrir espaço para a saída do treinador, já que a cúpula do clube não descarta a mudança se o time voltar a perder.
Dunga e Lisca são os principais cotados para assumir o comando técnico do Internacional até o fim do ano, em caso de eventual demissão de Paulo Pezzolano.
— LIBERTA DEPRE (@liberta___depre) 5 de setembro de 2026
Via: @Alexandre_Ernst
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Dunga e Lisca: os favoritos do bastidor
Segundo o jornalista Alexandre Ernst, Dunga e Lisca emergem como os principais nomes avaliados internamente para substituir Pezzolano. Ernst afirma que “O Dunga seria um nome de peso, forte, que bancaria a imprensa e os jogadores, com respeito no vestiário, ainda que o último trabalho tenha sido a Seleção Brasileira. O Lisca por já ter trabalhado com o Abel Braga e por ter afinidade com ele. Viria com sangue no olho para fazer o que não conseguiu em 2016”
Lisca, por sua vez, é alternativa secundária nas discussões por sua proximidade com Abel Braga, atual diretor técnico do Inter, e conhecimento da casa. Em 2016, ele assumiu a equipe nas três rodadas finais do Brasileirão, mas não impediu o rebaixamento à Série B. Ernst destaca que Lisca “O Dunga seria um nome de peso, forte, que bancaria a imprensa e os jogadores, com respeito no vestiário, ainda que o último trabalho tenha sido a Seleção Brasileira. O Lisca por já ter trabalhado com o Abel Braga e por ter afinidade com ele. Viria com sangue no olho para fazer o que não conseguiu em 2016”.
Contexto de crise intensifica urgência
A última vitória do Internacional no Brasileirão aconteceu em 16 de maio, com um placar de 4 a 1 sobre o Vasco da Gama, no Beira-Rio. De lá para cá, soma nove jogos sem triunfo na competição: quatro empates e cinco derrotas, resultando em 25 pontos e posição na zona de rebaixamento.
A eliminação para o Grêmio na Copa do Brasil acelerou as conversas internas sobre uma eventual troca. O presidente Alessandro Barcellos saiu pedindo desculpas ao torcedor e garantiu a continuidade de Pezzolano, mas a margem para novos erros diminui a cada rodada.
Caso o time tropeçe novamente contra o Santos, a situação pode se tornar insustentável, forçando a decisão que a diretoria já avalia nos bastidores.



