Diori Vasconcelos é enfático sobre lance polêmico de Renê contra o Inter
Derrota mantém o Inter nos 35 pontos e na 16ª colocação, primeira posição fora da zona de rebaixamento.
Créditos: Reprodução / Rádio Gaucha GZH O Internacional perdeu por 2 a 1 para o Fluminense nesta quarta-feira (28), no Maracanã, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro. A derrota reacendeu a revolta colorada contra a arbitragem de Lucas Casagrande, sobretudo por um lance dentro da área envolvendo Renê.
O comentarista Diori Vasconcelos classificou como inadmissível a falta de punição mais rigorosa ao lateral do Fluminense, na Rádio Gaúcha. Braian Aguirre avançava livre em direção ao gol quando foi puxado por trás, enquanto o Inter tentava se afastar da zona de rebaixamento.
O lance que irritou o comentarista
O episódio aconteceu no segundo tempo, e renê, que já tinha cartão amarelo, segurou Braian Aguirre quando o jogador se aproximava da área. O árbitro assinalou a infração, mas não mostrou o segundo cartão ao lateral. A decisão gerou protestos imediatos do banco e da arquibancada.
Para Diori Vasconcelos, não havia margem para dúvida sobre a gravidade da jogada. Durante a transmissão, ele detalhou o lance e afirmou que o árbitro tinha visão completa do que aconteceu dentro da área.
A fala de Diori Vasconcelos
“É um lance claríssimo. É um lance que não tem margem para interpretação. É um lance que o jogador do Internacional, que eu acho que é o Braian Aguirre, vai entrar na área. Ele está entrando na área, inclusive. Então, o jogador do Inter está entrando na área numa chance promissora, o Renê não tem a chance de disputar a bola, ele agarra a camiseta por trás e o árbitro marca a falta e não dá o amarelo. É inexplicável a decisão, inexplicável. É o lance clássico de amarelo” disse Diori Vasconcelos na Rádio Gaúcha.
Reclamações dentro e fora de campo
Alan Patrick, capitão do time, também criticou a atuação de Lucas Casagrande e apontou que faltou personalidade ao árbitro para expulsar Renê naquele momento decisivo da partida. A insatisfação não ficou restrita ao gramado nem ao comando técnico.
A direção do clube também se manifestou publicamente sobre outros episódios da arbitragem ao longo do confronto. Os protestos, que já haviam começado no vestiário logo após o apito final, não ficaram restritos ao gramado nem ao comando técnico.
Situação do Inter na tabela
A derrota no Rio de Janeiro manteve o time nos 35 pontos e na 16ª colocação do Brasileirão, a primeira posição fora da zona de rebaixamento. O resultado aumentou a pressão sobre o elenco e a comissão técnica nas rodadas seguintes.
O próximo compromisso está marcado para a próxima terça-feira (3), às 21h30, diante do Coritiba, no Beira-Rio. A torcida espera uma resposta rápida para afastar de vez a equipe da parte de baixo da tabela.
🚨 Internacional pediu o SEGUNDO AMARELO para Renê por causa desse lance.
— Gols do Brasileirão ⚽️🇧🇷 (@golsdobrasil1) 29 de outubro de 2026
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Por que o segundo amarelo não foi mostrado
Quando um jogador recebe o primeiro cartão amarelo, fica sujeito à expulsão caso cometa outra infração passível de advertência. Renê já tinha recebido o cartão por uma chegada dura. Ao agarrar a camiseta de Braian Aguirre por trás — impedindo um ataque promissor —.
O árbitro reconheceu a infração e marcou a falta, mas não aplicou a segunda advertência, normalmente associada à ação deliberada de interromper o avanço de um atacante.
A crítica de Alan Patrick ao árbitro
O capitão do Internacional criticou a falta de postura do árbitro para expulsar Renê naquele momento da partida.. Para Alan Patrick, faltou a Lucas Casagrande a firmeza necessária para tomar uma decisão correta, ainda que impopular ou desconfortável naquele momento do jogo.
A pressão sobre o Internacional na tabela
O Internacional estava na 16ª colocação, com 35 pontos, apenas um à frente do Grêmio, seu rival histórico. A posição era a primeira fora da zona de rebaixamento. Por isso, a derrota no Maracanã poderia tirar o time da zona de segurança e permitir que o rival avançasse.
A proximidade do rebaixamento reforçou os protestos: cada ponto e cada decisão arbitral tinham peso na luta pela permanência na Série A.