Copa do Brasil vira pesadelo: Inter acumula 5 eliminações seguidas sob gestão de Alessandro Barcellos
Desde que Alessandro Barcellos assumiu a presidência do Internacional no início do triênio 2021-2023, a Copa do Brasil tem sido um verdadeiro pesadelo para o clube.
Com a queda diante do Fluminense nas oitavas de final da edição 2025, o Colorado chegou à marca de cinco eliminações consecutivas e precoces no torneio nacional — um histórico que evidencia a dificuldade do Inter em avançar na competição nos últimos anos.
O roteiro tem sido repetitivo: derrotas frustrantes, eliminações antes do esperado e muitas vezes para adversários considerados tecnicamente inferiores.
Desde 2021, o Inter caiu para:
• Vitória (2021) – nas oitavas de final, com derrota em casa;
• Globo-RN (2022) – ainda na 1ª fase, em um dos maiores vexames da história do clube;
• América-MG (2023) – nas oitavas, em mais uma eliminação fora de casa;
• Juventude (2024) – na 3ª fase, em pleno Beira-Rio;
• Fluminense (2025) – agora nas oitavas, com empate no Maracanã e placar agregado de 3 a 2 para o rival.
A má sequência representa um contraste direto com a tradição do clube gaúcho, que já foi semifinalista e finalista da Copa do Brasil em outras décadas.
Sob a gestão Barcellos, no entanto, o torneio se transformou em uma competição de amargura para os torcedores.
A nova eliminação aumenta a pressão sobre a diretoria, que já vinha sendo questionada por decisões na montagem do elenco, contratações e trocas frequentes de treinadores.
Além disso, a torcida clama por uma resposta esportiva que recolque o Inter em um cenário mais competitivo nas principais competições.
Agora, restam o Brasileirão e a Libertadores como alternativas para que o time consiga dar uma resposta em 2025.
Mas a verdade é que, com cinco anos seguidos sem sequer chegar às quartas de final da Copa do Brasil, o Inter carrega uma ferida aberta — e a gestão Barcellos, mais uma mancha em seu retrospecto.