No mês de setembro, 154 conselheiros do Internacional decidiram apresentar uma denúncia de possível gestão temerária cometida pelos dirigentes que estão no comando. A alegação é de que os atuais mandatários não estão sendo transparentes com os gastos advindos de receita extraordinária da Liga Forte União.
A gestão alega que pagou dívidas mas os conselheiros não podem ter acesso às rubricas sem ter que assinar termo de confidencialidade e sigilo. Assim, pediram que a Comissão Especial analise eventual ato de gestão temerária e que consiga abrir as rubricas para poder avaliar se a gestão fez uso da quantia de forma correta.
Diante deste cenário, uma nova decisão foi tomada pelo Conselho Deliberativo do Internacional na última segunda-feira. A comissão especial criada para avaliar o caso teve suas competências ampliadas visando apresentar dados sobre as acusações.
Ela foi incumbida de elaborar um parecer sobre a eventual prática de gestão “irregular ou temerária”, conforme consta no documento. Além disso, o prazo para que esse levantamento seja apresentado foi estendido para 45 dias.



