O primeiro provável time titular de Eduardo Baptista no Inter
Eduardo Baptista já trabalha com o elenco colorado, e a primeira ideia de escalação começa a ganhar forma. O técnico indicou que pretende usar três…
Créditos: Internacional/Reprodução Eduardo Baptista já trabalha com o elenco colorado, e a primeira ideia de escalação começa a ganhar forma. O técnico indicou que pretende usar três zagueiros e voltar a escalar um centroavante fixo no ataque, mudança que deve reorganizar boa parte do time titular.
Baptista confirmou a ideia durante a apresentação e explicou o raciocínio por trás do esquema. Segundo ele, a formação com três zagueiros pode mudar durante a partida, conforme a movimentação dos alas.
O sistema híbrido de Baptista
“Eu não tenho tempo de fazer grandes mudanças. Temos alguns ajustes. Gosto do sistema com três zagueiros. Mas gosto que seja híbrido. Ter o Bruno Gomes por ali me agrada com o Vitinho de ala. Porque você sai de uma linha de cinco para uma linha de quatro. A linha de cinco é inicial, mas vira quatro e depois vira três. Se eu saltar com o meu ala, já vira 4-4-2. Mas vamos estudar as estratégias. Temos bons zagueiros. Temos jogadores de qualidade no meio e quero aproveitá-los bem”, afirmou Baptista em sua apresentação.
O esquema permite flexibilidade na defesa sem abrir mão da força ofensiva. Bruno Gomes é peça-chave nesse encaixe: pode atuar na lateral ou recuar para formar a linha de três.
A disputa pela posição de goleiro
A titularidade no gol depende da recuperação física de Rochet. Ele deve assumir a vaga assim que estiver em condições de jogar. Enquanto isso, Matheus Cunha e Anthoni disputam a posição.
Na zaga, Mercado e Maripán têm lugar garantido no sistema com três defensores. A terceira vaga está em aberto e é disputada por Juninho, mais recuado à esquerda, e Bruno Gomes, que pode ocupar o lado direito caso Vitinho seja deslocado para a ala.
Bernabei como corredor pela esquerda
Bernabei ganha nova função no time e deve atuar como corredor pela esquerda, avançando para atacar o flanco. A função é diferente da que exercia com Paulo Pezzolano, quando o lateral formava dupla fixa com Matheus Bahia naquele setor.
No meio-campo, a formação deve ter dois volantes e um armador. Alan Patrick tende a ocupar a função criativa, enquanto Villagra e Bruno Henrique devem atuar no setor mais defensivo.
Alerrandro de volta à referência
A entrada de um camisa 9 fixo é um dos pontos centrais do planejamento do novo comandante. Segundo Baptista, o Inter precisa de mais gente na área para incomodar as defesas adversárias e converter jogadas pelos lados em finalizações reais.
“O que vejo que vai dar uma resposta rápida é aumentar o número de atletas na área, com a entrada de um centroavante, um camisa 9. Se jogamos com alas, a bola vai chegar pelos lados e precisamos ter um 9 na área para conferir o gol, trombar com o zagueiro e tirar o conforto da defesa adversária”, afirmou o treinador.
Alerrandro surge como a principal opção para a função, o que deve deixar Carbonero fora da titularidade num primeiro momento. Vitinho, por sua vez, tende a jogar mais avançado ao lado do centroavante, alternando com o próprio Carbonero conforme a necessidade da partida.Alerrandro será – e precisa ser – o cara a nos tirar da B. Eduardo Baptista vai focar 100% nele.
— Últimas do Inter! (@ultimasinter) 26 de setembro de 2026
O time que pode entrar em campo
Um possível time teria Rochet ou Matheus Cunha no gol. Mercado, Maripán e Juninho ou Bruno Gomes formariam a zaga. No meio, jogariam Bruno Gomes ou Vitinho, Villagra, Bruno Henrique, Alan Patrick e Bernabei. Na frente, Vitinho ou Carbonero atuaria ao lado de Alerrandro.
O time volta a campo no dia 7, em casa, contra o Corinthians. A partida será o primeiro teste da proposta de Eduardo Baptista diante da torcida.