Desde que Paulo Pezzolano assumiu o comando do Inter, em 7 de janeiro, passaram-se 146 dias. Nesse período, o time disputou 32 partidas, com 16 vitórias, 7 empates e 9 derrotas, e teve 57,2% de aproveitamento.
Nos primeiros meses de Pezzolano no Inter, a equipe oscilou. No Gauchão, o Colorado perdeu por 3 a 0 para o rival na Arena. Mas avançou na Copa do Brasil até as oitavas de final ao superar o Athletic-MG nas duas partidas da quinta fase, e agora, enfrenta o Corinthians.
Preocupação do Inter no Brasileirão atual
O Brasileirão traz preocupação ao Inter, e apesar de ter passado por uma fase de invencibilidade, o time caiu na classificação e ocupa a 14ª posição, com 21 pontos. A equipe tem apenas um ponto a mais que o Vasco, que abre a zona de rebaixamento, e precisa melhorar para se afastar do risco.
Borré e Bruno Gomes foram os jogadores que mais estiveram em campo, com 28 jogos cada. Eles são seguidos por Vitinho, com 27, Bernabei, com 24, e Victor Gabriel, com 23, e esse grupo sustentou a campanha até aqui.
Artilharia e ofensiva
Borré lidera a artilharia, com 9 gols, seguido por Bernabei, com 8, Alan Patrick, com 5, e Alerrandro e Carbonero, com 4 cada. Bernabei se destacou não apenas pelos gols, mas também pela versatilidade ofensiva quando acionado pelo lado esquerdo.
As soluções táticas de Pezzolano deram resultado em momentos pontuais. Bruno Gomes atuou como terceiro zagueiro, enquanto Bernabei jogou mais avançado. As mudanças ajudaram o Colorado em momentos decisivos e ampliaram as opções ofensivas da equipe.
O lado negativo
Alan Patrick, que havia terminado o ano anterior em alta, decepcionou no primeiro semestre de 2026. O camisa 10 não conseguiu manter o ritmo físico dos compromissos e foi para o banco, e carbonero e Borré também frustraram expectativas, especialmente o primeiro.
Após ser comprado em definitivo pelo Inter, Carbonero oscilou entre boas e péssimas atuações e perdeu a convocação da Colômbia para a Copa do Mundo.



