A fala de ex-presidente do Inter sobre Borré e Valência no Inter
Borré e Valencia, contratados pelo Inter por valores similares aos de Braithwaite, hoje atuam em outros clubes após não corresponderem às expectativas.
Ricardo Duarte / Internacional Alberto Guerra, ex-presidente do Grêmio, justificou o contrato milionário assinado com o atacante Martin Braithwaite ao citar as contratações caras do Internacional. Em entrevista à Rádio Gaúcha, o dirigente disse que Rafael Borré e Enner Valencia chegaram ao Inter por valores iguais ou superiores aos do dinamarquês.
Publicações que cobrem o Grêmio informam que Braithwaite recebe mais de R$ 2 milhões por mês. Guerra contextualizou a decisão ao explicar que as SAFs e os repasses de direitos de TV inflacionaram todo o mercado do futebol brasileiro.
Questionado pelo contrato de mais de R$ 2 milhões por mês por Braithwaite, ex-presidente do Grêmio Alberto Guerra contextualiza e cita Borré e Valencia
— Siga → Resistência Colorada (@rc_portal) 1 de outubro de 2026
Que o mercado inflacionou por conta das SAFs e de clubes que venderam 50 anos dos direitos de TV, entre eles o Inter
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O argumento sobre o mercado inflacionado
“Nesse momento da renovação tinham clubes interessados por ele e mais ainda, de 2023 para cá entraram as SAFs. Teve o dinheiro da TV pra maioria dos clubes. Porque se tu pegar jogadores, inclusive aqui, se pegar o Inter, Borré e Enner Valencia, eles vieram por valores iguais ou superiores, né? O que eu quero dizer com isso? Houve um inflacionamento do mercado no futebol com os clubes com esse dinheiro”, declarou Guerra à Rádio Gaúcha.
O dirigente apontou que clubes que venderam percentuais dos direitos de TV dos próximos 50 anos receberam volumes significativos de recursos, alterando a dinâmica de contratações em todo o país. Essa injeção de capital acelerou a valorização de jogadores no mercado nacional.
Onde estão Borré e Valencia atualmente
O colombiano Rafael Borré atua hoje no River Plate, enquanto o equatoriano Enner Valencia joga no Boca Juniors. A dupla já não defende o Inter: ambos deixaram o clube depois de não renderem o esperado e enfrentarem a desconfiança da torcida.
As transferências dos atacantes e os investimentos recentes ilustram o aumento dos custos que afeta quase todos os grandes clubes brasileiros.