O Inter disputou 62 partidas em 2025 entre Gauchão, Copa do Brasil, Brasileirão e Libertadores. O lateral Braian Aguirre foi quem mais atuou pelo time, com 54 jogos. O argentino de 25 anos chegou ao Inter no fim de 2024 e logo se tornou peça fixa.
Aguirre ganhou espaço com Roger e manteve a titularidade sob o comando de Ramón Díaz e de Abel Braga na reta final da temporada.
Defensores seguram a base do time
Vitão e Bernabei foram os jogadores que mais atuaram depois de Aguirre, com 52 e 51 jogos, respectivamente. A dupla sustentou uma defesa que precisou responder sob pressão em praticamente todas as competições.
Alan Patrick e Thiago Maia completam o grupo de destaque, com 50 e 49 partidas. Os dois eram cobrados por liderança em campo nos jogos mais decisivos da reta final, quando a permanência na primeira divisão ainda era incerta.
Ataque dividiu minutos entre vários nomes
Vitinho e Bruno Henrique somaram 48 jogos cada um, enquanto Rafael Borré fechou com 47 partidas. Nenhum desses três se isolou como titular absoluto, o que mostra como o técnico revezou peças ofensivas conforme o calendário apertava.
Anthoni, Wesley e Carbonero ficaram com 38 jogos cada, um patamar bem abaixo do trio de frente. Bruno Tabata e Ronaldo somaram 33 partidas, enquanto Victor Gabriel e Valencia disputaram 32 cada — o restante do elenco não passou de 30 jogos.
Um ano decidido nas últimas rodadas
A distribuição de minutos revela um time que dependeu de poucos nomes fixos para sustentar sequência de resultados. Aguirre, Vitão, Bernabei, Alan Patrick e Thiago Maia formaram o núcleo que raramente saiu do time titular. Esse grupo sustentou as campanhas de 2025 e mostrou a importância de contar com atletas que raramente saíram do time titular.


