A reunião entre Alessandro Barcellos e os pré-candidatos à presidência do Inter, realizada na segunda-feira (7), colocou Roberto Siegmann como possível nome para a vice-presidência de futebol até o fim de 2026. O ex-dirigente pode reforçar a estrutura de gestão colorada com a experiência institucional acumulada enquanto o time disputa posições no Brasileirão.
Siegmann já exerceu a função em 2011, durante a gestão de Giovanni Luigi, e ganhou força nos bastidores para a sequência da temporada.
A sugestão surgiu durante o encontro de segunda-feira, que também reuniu José Amarante, Vitor Saydelles, Leonardo Aquino e Roberto Melo, acompanhado por Alexandre Chaves Barcellos. Participaram ainda integrantes do conselho administrativo: Gustavo Juchem, Dalton Schimitt Jr., Ivandro Morbach, Cauê Vieira, Emílio Papaléo Zin e o próprio Roberto Siegmann.
Diagnóstico financeiro e próximos passos
Além da indicação de Siegmann, o encontro apresentou aos pré-candidatos a situação financeira do Inter, com ênfase nas principais dívidas do clube nesta reta final da temporada. O diagnóstico deve orientar as decisões dos futuros dirigentes sobre as prioridades da gestão nos próximos meses.
A definição sobre o retorno de Siegmann deve ficar mais clara na reunião extraordinária do Conselho Deliberativo, marcada para 28 de setembro, uma segunda-feira. Na ocasião, a diretoria deve formalizar a proposta e detalhar como funcionaria a estrutura de futebol com a presença do ex-dirigente até o fim do ano.
Histórico que pesa na decisão
A passagem anterior de Siegmann pela vice-presidência é o principal argumento a favor de seu retorno. Em 2011, contudo, ele foi demitido do cargo junto com o técnico Paulo Roberto Falcão, em uma mudança de rumo na gestão. Mesmo assim, sua experiência na função é vista como um diferencial para o Inter, que busca posições melhores no Brasileirão.
A torcida colorada acompanha de perto sinais de fortalecimento da gestão de futebol. Com Siegmann de volta, o Inter poderia contar com alguém que conhece a estrutura do clube e os desafios de uma vice-presidência de futebol em períodos de pressão competitiva e financeira.



