Rodrigo Caetano fala sobre contratações

O Inter segue no mercado em busca de contratações

Foto: Divulgação
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O Inter segue em busca de contratações para o restante da temporada. Porém, a direção não pensa em fazer loucuras, trazendo jogadores considerados caros. O diretor-executivo do Inter Rodrigo Caetano explicou ao GaúchaZH que além da dificuldade financeira existem poucas opções no mercado no momento.

“O Internacional está nas principais competições do futebol brasileiro e sul-americano, como deve ser. Com isso, nós entramos em um funil bem mais complicado. Nós não podemos contratar, e não seria o mundo ideal, jogadores que já atuaram em Copa do Brasil e Libertadores, porque eles ficariam restritos aos Brasileirão. Aqueles que já atuaram em sete partidas do campeonato nacional também não podem atuar mais por outra equipe. Ou seja, é muito difícil. Por isso, trabalhamos tentando manter o elenco que nós temos, fazendo esforços para permanecer com quase a totalidade do grupo, que isso já representaria um grande reforço. Mesmo assim, nós vivemos com a realidade de necessidade de vender, pelo menos, um jogador”, disse.

O dirigente afirma que a ideia do Inter é trazer jogadores que briguem por titularidade e sejam importante ao longo da temporada.

“Trazer um jogador para compor elenco, apenas, não vejo como o ideal. Apenas por uma necessidade. O mercado não tem sido farto em opções, só jogadores que terminem os seus contratos e possam voltar do Exterior. E para contratar os jogadores, há a necessidade de ter uma capacidade financeira um pouco maior. O Sidcley, por exemplo é uma negociação muito difícil. É um grande jogador, em uma posição escassa, que saiu por 8 milhões de euros para o futebol do Exterior há pouco mais de um ano e, esses valores, para a situação financeira atual do Inter, são impraticáveis”, completou.

Sobre jogadores estrangeiros, Rodrigo Caetano afirmou:

“Jogadores estrangeiros acabam diminuindo a possibilidade de atuação, porque já temos sete jogadores sob contrato e apenas cinco podem atuar por jogo nas competições nacionais. São todas essas considerações que nós fazemos antes de realizar uma contratação, e nós vamos fazer isso com toda a responsabilidade, como estamos fazendo até agora, visando sempre que a nossa equipe tenha no segundo semestre a mesma performance e até melhore essa capacidade competitiva. Obviamente, sem fazer algo que possa vir a comprometer o futuro do clube”, finalizou o dirigente.

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