O calendário da eleição que definirá o sucessor de Alessandro Barcellos na presidência do Internacional está fechado. Os conselheiros deliberativos votam em 9 de novembro e selecionam os dois nomes mais votados para a etapa decisiva.
A segunda fase ocorre em 12 de dezembro, dez dias depois da última rodada do Campeonato Brasileiro, e também terá o voto dos associados. O vencedor terá mandato de três anos à frente do Conselho de Gestão.
📅 ELEIÇÕES DO INTER
— Lucas Collar (@LucasCollar) 15 de setembro de 2026
O 1º turno está marcado para 9/11, com votação exclusiva dos integrantes do Conselho Deliberativo.
Os dois candidatos mais votados avançam à segunda etapa, que acontece em 12/12. Dez dias após a última rodada do Brasileirão, a eleição será aberta também aos… pic.twitter.com/clNRAXcnsH
Três nomes na briga por apoio
Leonardo Aquino puxa o Sangue Colorado, José Amarante lidera o Sou Inter e Roberto Melo representa o Inter Grande. Os pré-candidatos correm atrás de votos junto aos conselheiros, movimento que já ganhou força antes mesmo da inscrição oficial das chapas. Nos bastidores, os grupos também articulam mudanças na estrutura administrativa do clube para a sequência da temporada.
Prazos que organizam a disputa
As chapas precisam estar registradas até 5 de outubro. Além de escolher o presidente e os quatro vice-presidentes, a votação renova metade das cadeiras do Conselho Deliberativo, com 150 vagas em jogo.
Barcellos não disputa a reeleição, o que abre espaço para uma nova gestão assumir o Beira-Rio. Quem vencer herdará o comando administrativo e decisões urgentes sobre o time em campo.
Bastidores da transição
Antes da divulgação do calendário, Barcellos tentou emplacar uma proposta de chapa única entre os três pré-candidatos, prevendo início imediato da transição. A ideia não avançou: nenhum dos concorrentes topou o consenso.
Há divergência também sobre o ritmo do processo, e Roberto Melo defendeu antecipar a votação, enquanto Leonardo Aquino e José Amarante preferiram manter as datas já estabelecidas.
Na reunião que discutiu o futuro do banco de reservas. Também foi levantado o nome de Roberto Siegmann para reassumir a vice-presidência de futebol até o fim do ano, cargo que ele já ocupou em 2011. A sugestão mostra que, além da disputa pelo comando político, o Internacional também busca respostas rápidas para reverter a fase ruim dentro de campo.



