Internacional e Grêmio voltam a se enfrentar na quinta-feira (3 de setembro), no Beira-Rio, pelas quartas de final da Copa do Brasil. No duelo de volta, uma frente fria deve atingir Porto Alegre justamente no horário da partida, com chuva e risco de raios que podem alterar o andamento do jogo.
A meteorologista Josélia Pegorim, da Climatempo, informou em entrevista ao portal GZH que as regiões sul e leste do Rio Grande do Sul, incluindo a Grande Porto Alegre, sentirão os efeitos da frente fria. A previsão indica pancadas de chuva de intensidade moderada no início do confronto, além da possibilidade de descargas elétricas na área do estádio.
Condições climáticas na Copa do Brasil entre Internacional e Grêmio
A temperatura oscilará entre 28°C e 10°C ao longo do dia, criando um ambiente úmido e instável que exigirá adaptação rápida de ambas as equipes. Um gramado molhado reduz a velocidade das jogadas e aumenta o risco de escorregões, enquanto a chuva dificulta chutes de longa distância e cortes defensivos precisos.
Pisos encharcados também afetam o domínio de bola e a movimentação dos jogadores, alterando a estratégia ofensiva e defensiva dos times.
A chuva também pode comprometer a visibilidade dos árbitros, especialmente em lances de contato duvidosos. O duelo de ida registrou 43 faltas e teve polêmicas de arbitragem, entre elas o fato de Carlos Vinícius não receber o segundo cartão após uma cotovelada em Bruno Gomes.
Empate leva a pênaltis novamente
No confronto anterior, também no Beira-Rio, Internacional e Grêmio terminaram sem gols. Caso o resultado se repita, a decisão irá para os pênaltis — momento em que as condições climáticas perdem importância e prevalecem a concentração dos atacantes e a segurança do goleiro.
O vencedor deste duelo enfrentará o ganhador do confronto entre Cruzeiro e Atlético-MG. O retrospecto favorece o Internacional: em seu único outro encontro pela Copa do Brasil, em 1992, o Internacional avançou e conquistou o título da competição.



