Gustavo Nonato fala sobre saída do Inter e chegada ao Fluminense

Foto: Reprodução/Fluminense

Após a saída de Miguel Ángel Ramírez e a chegada de Diego Aguirre, o Inter acabou emprestando o meia Gustavo Nonato ao Fluminense, uma vez que aqui ele vinha sendo pouco utilizado pelo uruguaio.

O vínculo do meia com o time carioca é até o final de 2022 e, por lá, Gustavo Nonato vem tendo boas apresentações. Em entrevista ao podcast “GE Fluminense”, ele comentou a saída do clube gaúcho e a chegada ao Flu.

“Em 2019 eu tive uma sequência maior de jogos. Infelizmente em 2020 a pandemia atrapalhou um pouco, o time inteiro teve aquela perda de timing, muita pausa, aí acabei não tendo muita sequência. Voltei a ter nesse ano de 2021 com o Miguel (Ángel Ramírez), tive bastante minutagem tanto no Brasileiro quanto na Libertadores e no Campeonato Gaúcho. Quando ele saiu, acabei perdendo um pouco de espaço. Chegou o (Diego) Aguirre e ele teve as opções dele. É um cara íntegro, mas acabei não jogando e achei melhor que outros ares seriam necessários naquele momento”, disse o meia.

“E apareceu essa oportunidade do Fluminense. Eu já vinha acompanhando o time no decorrer do ano, todo mundo já vinha falando, na época estava nas três competições e era um futebol legal de ver jogar. Eu pelo menos achava um time com qualidade, e isso pesou muito para eu vir para cá. É um time de tradição, você falar que jogou na carreira no Fluminense não é todo mundo que consegue. Isso pesou muito: a camisa, o ano que vinha fazendo… Então não foi uma escolha difícil de fazer, não (risos)”, completou Gustavo Nonato.

O jogador também falou sobre a saída de Roger Machado, treinador responsável por indicar a sua contratação ao time carioca.

“Confesso que deu um frio na barriga, não vou mentir. Porque ele vinha falando comigo. Eu tive uma sequência de 15, 16 dias que não podia ir para o jogo: eram dois jogos de Libertadores (ele não estava inscrito) e um contra o Internacional no meio (não podia jogar por força de contrato). Tanto é que aconteceu a demissão do Roger nesse meio tempo, e acabei não tendo minutos com ele. O cara que me pediu, conversava comigo, me dava moral no dia a dia. Assim que fiquei sabendo que ele iria embora, deu aquele: Caramba, por que as coisas não estão dando certo para mim?”, disse.

“Era tudo muito incerto naquele momento, mas depois a poeira baixou, o Marcão conversou comigo e vem me utilizando desde que ele entrou. E fico muito feliz com a sequência que venho recebendo. Todo jogador precisa de sequência e confiança, é isso que estou tendo e podendo apresentar o melhor que posso dar. Não só nos jogos, como no dia a dia. Isso não é papo furado, é a verdade. Estou buscando meu espaço e tentando dar continuidade nesse trabalho que está sendo bem bacana”, completou Nonato.


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