Advogado vê como absurda a decisão da Comissão Eleitoral do Inter e entende que José Aquino reverterá na Justiça

Divulgação / Independente

A chapa 3 (Reage Inter) foi impugnada pela Comissão Eleitoral do Inter na última segunda-feira por conta do “suposto” vazamento de dados dos sócios. A tendência, no entanto, é que na Justiça José Aquino consiga o direito de seguir disputando a presidência do Inter.

“Entendo que o que houve foi uma ilegalidade e arbitrariedade da Comissão Eleitoral do Inter. Eu vi como absurda a decisão tomada hoje (segunda). Pelo que foi divulgado pelas redes sociais, o motivo do pedido de impugnação da Chapa 3 teria sido um áudio vazado do Sr. Lilico que é Conselheiro do Inter, mas não é candidato nem ao Conselho de Gestão, nem tão pouco ao Conselho Deliberativo! Ah, mas teriam prometido que ele seria vice se o Aquino fosse eleito. Sinceramente, isso não passa de mera expectativa que possa ter o próprio Sr. Lilico, mas que não faz dele nada mais que um mero APOIADOR. Neste caso, ele como Conselheiro, deve ser julgado pelo Conselho de Ética do CD, e se confirmado o erro, punido rigorosamente, até com a expulsão, se isso estiver previsto nos regimentos internos do Clube. Porém, por um erro de um mero apoiador punir a Chapa que teria se beneficiado com isso é um erro tão grande quanto o que cometeu o Sr. Lilico. Não tenho dúvida, como advogado, que na Justiça Comum o direito da chapa 3 será recuperado”, explicou à Revista o advogado José Castilho Júnior.

Desta forma, a tendência é que nas próximas horas José Aquino consiga uma liminar na Justiça para seguir disputando o pleito. A eleição para presidência do Inter acontece no próximo dia 15.

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