Lembra? Com Arrascaeta encaminhado, Vitório Piffero preferiu investir na contratação de Anderson

No final de 2014, a direção comandada por Giovanni Luigi e que tinha  Marcelo Medeiros e Roberto Melo no futebol encaminhou a contratação do meio-campista Arrascaeta.

Os dirigentes, no entanto, aguardavam as eleições para avançar nas tratativas, fazendo o pagamento ao Defensor Sporting, do Uruguai, que pedia cerca de R$ 12 milhões pelo meia.

Como acabaram sendo derrotados por Vitorio Piffero nas urnas, a negociação acabou retrocedendo. Isso porque Anderson estava de saída do Manchester United e Piffero preferiu investir na sua contratação.

Para acertar com Arrascaeta, o Inter iria desembolsar cerca de R$ 12 milhões, valor pago pelo Cruzeiro dias depois para levá-lo para Minas Gerais.

A informação foi passada à reportagem da Revista por um dirigente da época, que prefere não ser identificado. Segundo ele, o valor por Arrascaeta seria repassado por Delcir Sonda, parceiro do Inter em outras contratações, como, por exemplo, a compra de D’Alessandro em 2008.

“O empresário dele, Daniel Fonseca, chegou a vir até o Brasil para acertarmos detalhes. Era um jogador muito interessante já naquela época”, lembra o dirigente.

Anderson chegou ao Inter com salário “astronômico”, na casa dos R$ 500 mil, com mais 4 milhões de luvas – valor este repassado por Sonda.

Aqui, o meio-campista nunca se firmou. Tanto que chegou a ser emprestado ao Coritiba em 2017. Após, em janeiro de 2018, acertou sua saída, rescindindo seu contrato e parcelado o que tinha para receber até o final do vínculo.

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