Internacional 2×0 Avaí – 3 coisas que aprendemos

Três pontos importantes para serem comentados após o jogo de ontem

O Inter venceu o Avaí em casa ontem (2), por 2 a 0. Paolo Guerrero e Edenilson fizeram o placar para o Internacional. Separei 3 observações que “aprendemos” após o jogo.

1º – Parede é uma carta na manga

Para titular, não me agrada. Confesso que conheço uma galera que não gosta do número 77. Talvez por ter vindo do Coritiba, treinado na época pelo técnico Argel Fucks. Talvez por não hablar. Talvez por que aquela barba lateral dele não agrada tal pessoa. Talvez pelos gols que perdeu recentemente. Talvez por implicância. Contudo, temos uma ótima carta na manga.

Lembram de Rentería, Andrezinho e Giuliano? Todos trunfos para o segundo tempo. Todos dizíamos “ele não pode ser titular, é homem para o segundo tempo”. Pois Parede é o cara para isso.

Na substituição de ontem, bem feita pelo Odair, Parede muda a dinâmica do lado esquerdo do Inter. Na primeira bola já rouba do adversário e arma o contra-ataque. No segundo gol, Guilherme sai da linha defensiva e em questão de segundos está na linha defensiva adversária, preparado para dar a assistência ao Edenilson. É veloz, esforçado e entra pilhado para o jogo. Belo trunfo.

2º – Modric? Edenilson!

Muito se brincou sobre a ideia de Modric no Internacional – totalmente impossível. Se viesse, não apenas seria titular, quanto o melhor jogador, mas a piada vale: NÃO PRECISAMOS, TEMOS O SUPER ED.

Revejam o segundo gol de ontem e observem a inteligência com que o Edenilson faz o corredor até entrar dentro da área e, como um camisa 9, mata o goleiro.

Super Ed é polivalente. Quando precisamos dele na lateral, lá está ele, fazendo ela muito bem. Primeiro volante. Segundo volante. Atacante, como em seu gol de ontem. Só não sei se daria certo como goleiro – se bem que o Pavan daria um jeito.

Temos, provavelmente, o melhor motorzinho do Brasil. Vamos aplaudir ele.

3º – A união é o grande forte desse elenco

A gente já sabia que o vestiário do Inter era algo sensacional. Pelas redes sociais ou pelos vídeos de bastidores, que o próprio Internacional publica após cada jogo, vemos um grupo muito unido. Contudo, vou ressaltar algo que aconteceu após a partida de ontem.

Depois do jogo, na saída de campo, Guerrero deu entrevista à reportagem da TV. O peruano, que chegou no ano passado em um grupo já fechado, ressaltou a principal característica do vestiário colorado: a união.

O nosso artilheiro disse que está muito feliz em Porto Alegre e que foi muito bem recebido. Isso muda COMPLETAMENTE o funcionamento da pessoa, no caso, do jogador que entra em campo com amigos, não apenas colega de trabalho. Um vestiário unido é blindado e um vestiário blindado costuma da resultado dentro de campo.


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